segunda-feira, 20 de maio de 2013

Podcast

O Podcast que se segue é um dos recursos utilizados para suportar uma das atividades realizadas no curso b-learning sobre a Criatividade no Ensino que eu construi no âmbito da unidade curricular Novas Tecnologias e Práticas de Formação.

Clique aqui para ouvir o podcast:

Geração Net


E tu o que achas? Achas que a geração net é a geração mais estúpida ou a geração mais esperta?

domingo, 19 de maio de 2013

Conetivismo

A Teoria de Aprendizagem da Era Digital

Segundo Carvalho (2007) conetividade “carateriza o estar do sujeito na rede” (p.29). De acordo com o Dicionário Online de Português conetividade é a “tendência ou possibilidade (de um computador, programa, etc.) de realizar ou fazer operações num ambiente de rede”. Conetividade é não só estar na rede, mas também a coneção entre várias fontes de informação (Siemens, 2005, cit. por Carvalho, 2007). É também necessário que haja conexões entre ideias e pessoas.

Siemens (2005, cit. por Carvalho, 2007) propôs o conetivismo como teoria de aprendizagem para a era digital, na qual destaca oito princípios: “a aprendizagem e o conhecimento baseiam-se na diversidade de opiniões; a aprendizagem é um processo de conetar nós especializados ou fontes de informação; a aprendizagem pode estar em aplicativos não humanos; a capacidade para conhecer mais é mais crítica do que o que é conhecido; encorajar e manter conexões entre áreas, ideias e conceitos é crucial; a atualização é a intenção de todas as atividades de aprendizagem conetivistas; a tomada de decisão é em si um processo de aprendizagem. Escolher o que aprender e compreender o sentido da nova informação num real em permanente mudança, dado o que é verdade hoje podia já não o ser amanhã” (Carvalho, 2013).

Atualmente, não estar conectado é não estar a par dos últimos acontecimentos. Se refletirmos um pouco, facilmente percebemos que todas ou quase todas as atividades giram em torno da rede.


Bibliografia:

Carvalho, A. (2007). Rentabilizar a Internet no ensino Básico e Secundário: dos recursos e ferramentas Online aos LMS. Sísifo,3 (1), 25-39.

Carvalho, A. (2013). A nova geração. Geração net, nativos digitais e geração polegar. Documento de apoio à unidade curricular Novas Tecnologias e Práticas de Formação. Documento não publicado.

Geração Polegar


Sabiam que a geração polegar tem o polegar mais desenvolvido?
 

Pois é verdade. Um estudo realizado por Sadie Plant (2002), do Cybernetic Culture Research Unit na Warwick University revela que o polegar da geração mais nova está mais desenvolvido por causa das tecnologias. Atualmente os jovens dedicam mais tempo aos jogos do computador ou ao telemóvel do que a outros jogos de rua. A autora indica ainda que aos 16 anos os jovens enviam, em média 240 mensagens por semana e que já tiveram mais de 3 telemóveis. 

Saiba mais em:

Bibliografia:
Moura, A. (2009). Geração móvel: um ambiente de aprendizagem suportado por tecnologias móveis para a geração polegar. Universidade do Minho: VI Conferência Internacional de TIC na Educação.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

MOOC (Massive Open Online Course) ou COMA (Curso Online Massivo Aberto)


Um MOOC (Massive Open Online Course), em inglês ou COMA (Curso Online Massivo Aberto) em Português é, tal como o nome indica, uma plataforma gigante de aprendizagem onde utiliza diversas plataformas da web 2.0 e diversas redes sociais. É um curso aberto a todas as pessoas que nele queiram participar. Uma das principais caraterísticas dos MOOC é a sua capacidade de admitir um número elevado de alunos, bem como, a disponibilização de múltiplos materiais. Para além disso, o MOOC valoriza e cultiva o espírito da colaboração entre os participantes e as diferentes formas de participar.  


Quer perceber melhor o que é um MOOC, clique aqui:

Fontes:

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Nativos Digitais: antes e depois

Estamos na era dos nativos digitais. Cada vez mais as crianças nascem com as tecnologias. Mas ainda se lembram com tudo começou? Vejam o vídeo que nos mostra ou pouco da evolução que houve, no que respeita às tecnologias e deixem as vossas opiniões e algumas experiências com as tecnologias.

Comunidades de Aprendizagem Online

 
As comunidades de aprendizagem online, ao contrário das comunidades de aprendizagem tradicionais não necessitam de um espaço geográfico fixo, elas constroem-se através da Internet (Carvalho & Gomes, 2012). De acordo com Palloff & Pratt (2002) as comunidades de aprendizagem online “unem pessoas com interesses e objetivos similares” (cit. por Carvalho & Gomes, 2012, p.121).
Para que haja uma comunidade de aprendizagem online é, impreterivelmente, necessário a presença de três elementos, tais como, presença social, presença cognitiva e presença do docente (Garrison & Vaughan, 2008, cit. por Carvalho & Gomes, 2012). Estes devem interagir entre si.
As comunidades de aprendizagem online podem desenvolver-se em contextos formais ou informais.
Uma comunidade de aprendizagem online em contexto formal pode desenvolver-se, por exemplo, num curso de educação à distância, onde não há aulas presenciais e que, por isso, o professor, tem que definir estratégias e planificar atividades para manter os alunos motivados e envolvidos na comunidade de aprendizagem. Assim sendo, numa primeira fase o professor deve quebrar o gelo entre os alunos, ou seja, deve desenvolver uma dinâmica que permita a presentação de todos alunos para que, desta forma, todos se fiquem a conhecer melhor. De seguida, devem ser definidas todas as regras de funcionamento para que não haja dúvidas por parte dos alunos. Estes devem ter acesso a um guia das atividades e dos conteúdos que vão ser desenvolvidos durante o curso. O momento que se segue é o desenvolvimento da comunidade. Esta é uma tarefa muito complexa para o professor, ou seja, este deve promover a partilha de recursos e de apoio, a interação entre os conteúdos e os alunos, bem como, a promoção de uma aprendizagem colaborativa. Para além dos aspetos mencionados, anteriormente, é necessário também definir bem os papei dos elementos dentro de uma comunidade online. Logicamente o professor é aquele que desempenha mais tarefas e simultaneamente. Ele é dentro de uma comunidade de aprendizagem facilitador, organizador, animador e comunicador de informações (Palloff & Pratt, 2002, Carvalho & Gomes, 2012).
Por outro lados temos as comunidades de aprendizagem online que se desenvolvem em contextos informais, são exemplo disso os jogos online, ou seja, os MMOG. Klastrup (2009) identifica quatro categorias que dividem a forma como um jogador deve interagir com outros: design da aparência, ações comunicativas, ações emotivas e ações de comando (cit. por Carvalho & Gomes, 2012).
Os MMOG (Massively Multiplayer Online Game) são criados em 2D ou 3D. Estes caracterizam-se por reunirem milhares de pessoas num ambiente virtual (Carvalho & Gomes, 2012). Para além disso, são caracterizados por regras particulares, mas permite ao jogador fazer uma exploração livre do jogo.
Eu não integro nenhum MMOG. E vocês??
 
Bibliografia:
Carvalho, A. A., & Gomes, T. (2012). Comunidades de aprendizagem online em contextos formais e não formais. In M. A. Flores e F. Ilídio (orgs), Currículo e Comunidades de Aprendizagem: Desafios e Perspetivas (pp. 121-147). Santo Tirso: De Facto
 
Bibliografia Imagem:

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Taxonomia de Podcast


O podcast, ficheiro de áudio digital, surgiu com o primeiro programa de rádio transmitido na Internet em 2004 por Adam Curry e Dave Winner (Carvalho & Aguiar, 2010). Estes podem ser criados através de ferramentas da Web 2.0, nomeadamente o Podomatic ou MyPodcast. Podem também ser criados através de software de edição de som, como é o exemplo do Audacity.

Cada vez mais, os Podcasts têm evidenciado grandes potencialidades nos mais diversos contextos pedagógicos. Por esse motivo, surgiu a necessidade de criar uma taxonomia por forma a podermos distinguir, identificar e catalogar cada um dos ficheiros. A taxonomia que apresentarei, a seguir, desenvolveu-se no âmbito de um projeto desenvolvido na Universidade do Minho, cujo titulo era “Implicações pedagógicas da utilização de podcasts em regime blended-learning”, onde um dos seus objetivos foi a criação da taxonomia de podecasts.

Como podemos ver, na tabela a baixo, a Taxonomia de Podcasts foi construída com base em 6 dimensões: tipo, formato, duração, autor, estilo e finalidade.

Tipo
Formato
Duração
Autor
Estilo
Finalidade
Expositivo/Informativo
Áudio
Curto
≤5’
Professor
Formal
Informar
Analisar
Motivar/
Sensibilizar
Resumir
Questionar
Incentivar
Explicar
Etc.
Feedback/Comentários
Vídeo:
Vodcast
Screencast
Moderado
˃5’≤15’
Aluno(s)
Informal
Instruções/Orientações
Enhanced podcast
Longo
˃15’
Outro
 

Taxonomia de Podcasts (Carvalho & Aguiar, 2010)

Como podemos ver a taxonomia de Podcasts é muito simples e de fácil leitura. É importante referir que esta é uma referência, mas o autor (professor, aluno, etc) quando constrói um recurso deve sempre ter em conta as suas necessidades, público e contexto.


Bibliografia

Carvalho, A. (2013). Podcast. Audacity. PowerPoint de Apoio à unidade curricular Novas Tecnologias e Práticas de Formação. Documento não publicado.

Carvalho, A., & Aguiar, C. (org.) (2010). Podcasts para ensinar e aprender em contexto. (1ª Edição). Santo Tirso: De Facto Editores.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

LMS no Apoio à Aprendizagem


A utilização de LMS (Learning Management Systems) tem sido nos últimos tempos uma ferramenta distinta na educação, pois o seu uso apresenta grandes vantagens. Estas vantagens têm sido visíveis tanto no apoio ao ensino presencial como no apoio ao ensino à distância, sendo benéfico tanto para o professor como para o aluno. São exemplos de LMS: Blackboard, WebCT, AulaNet e Moodle (Carvalho, 2008).

Segundo Carvalho (2008) o LMS apresenta diversas vantagens:

·         Fácil acesso aos conteúdos disponibilizados pelo professor, facilitando muito aqueles que trabalham e que, por vezes, não podem estar presentes nas aulas

·         Melhora a interação professor-aluno/aluno-professor;

·         O professor e o aluno podem comunicar através de meios de comunicação síncrona ou assíncrona;

·         Com acesso à internet podem (alunos) ter acesso aos conteúdos à hora e no lugar que quiserem;

·         O professor a qualquer momento pode esclarecer uma dúvida de um aluno ou a um grupo de alunos;

·         O professor pode, quando considerar pertinente, iniciar uma nova temática a debater num fórum;

·         Proporciona ao professor e aos alunos um espaço online privado, onde podem ser partilhadas dificuldades, conhecimentos/descobertas, trabalhos individuais ou trabalhos de grupo.

No que respeita, ao acesso aos conteúdos, podemos dizer que o LMS permite, ao professor, disponibilizar todas as informações que considerar necessárias relativamente à unidade curricular. Para além disso, professor pode organizar os conteúdos por temas, módulos, semanas ou sessões. Os recursos disponibilizados podem ser apresentados nos mais variadíssimos formatos, tais como, texto em Word, ficheiros áudio ou vídeo, apresentações em PowerPoint, ficheiros em formato Pdf, páginas Web, entre outros.

No que concerne à interação/comunicação, tal como já foi referido anteriormente, esta pode acontecer de forma síncrona ou assíncrona. Esta é ajustada de acordo com as necessidades e disponibilidades, tanto dos professores como dos formandos.

Importa referir ainda que, apesar de o aluno ter um papel ativo na sua aprendizagem e no processo de ensino-aprendizagem o professor não deixa de ter responsabilidades acrescidas. Este deve acompanhar sempre o processo de aprendizagem dos alunos de maneira a motivá-los.

Depois desta exposição, gostaria de dar a minha opinião pessoal relativamente a este assunto. Como aluna e como utilizadora de LMS (Moodle e Inforestudante) corroboro a ideia de que, este tipo de plataformas são potenciadoras de aprendizagem. A facilidade de acesso aos conteúdos e a facilidade de comunicação com o professor aumenta a motivação. Não é só a facilidade de comunicação mas também a rapidez que conseguimos uma resposta do professor que nos motiva a continuar a trabalhar.


Bibliografia:

Carvalho, A. (2008). Os LMS no apoio ao ensino presencial: dos conteúdos às interações. Revista Portuguesa de Pedagogia, 42 (2), 101-122.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Web 2.0


Atualmente, o acesso à informação deixou de ser através das bibliotecas tradicionais para ser através de um click. A Web passou a ser, a partir dos anos 90, a nova forma de acesso à informação. Segundo Berners-Lee et al. (1994) a web “foi desenvolvida para ser um repositório do conhecimento humano que permita que colaboradores em locais distintos partilhassem as suas ideias e todos os aspetos de um projeto comum” (cit. por Carvalho, 2008, p.7). Ou seja, a Web passou a ser uma plataforma onde facilmente se acede e se publica informação online. Para além disso, o ambiente de trabalho deixa de estar no computador pessoal para estar online (Carvalho, 2008). A Web 2.0 veio facilitar o acesso ao conhecimento, tornando-o mais interativo. Os utilizadores da Web 2.0 acedem aos seus sites/funcionalidades gratuitamente. As funcionalidades/ferramentas mais frequentes da Web 2.0 são: os Blogues, os Wikis, Hiperligações, Fóruns de opinião, Favoritos, Taggins, Rss feeds, Podcast, Youtube, Dandelife, Goowy, Flickr, Delicious, entre outras.

Para além da facilidade de acesso, a Web 2.0 também tem mostrado grandes potencialidades na educação, ou seja, no apoio do processo de ensino-aprendizagem, tanto para os professores como para os alunos. Por exemplo, a criação de um blog por parte dos professores pode permitir uma maior comunicação entre professor-aluno e vice-versa, ou seja, podem ser partilhadas informações importantes acerca da disciplina, podem ser partilhadas ideias entre os próprios alunos. Quer isto dizer que é possível ensinar e aprender de forma diferente e interativa.  

 

Bibliografia
Carvalho, A. (org.) (2008). Manual de ferramentas da Web 2.0 para professores. Lisboa: Ministério da Educação – Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.

Carvalho, A. (2013). Internet, Web e Web 2.0. Documento não publicado: PowerPoint de apoio às aulas de Novas Tecnologias e Práticas de Formação.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Taxonomia Digital de Bloom

Já tinham pensado nisto?
Para cada nível da taxonomia digital de bloom podemos fazer corresponder uma plataforma/ ferramenta tecnológica. No nosso dia a dia aplicamos esta taxonomia sem ter consciencia!
Fonte: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&gs_rn=8&gs_ri=psy-ab&cp=10&gs_id=17&xhr=t&q=taxonomia+de+bloom&bav=on.2,or.r_qf.&bvm=bv.44990110,d.d2k&biw=1280&bih=683&wrapid=tljp1365619838650019&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=hLRlUc2YIcTR7AavxYHgBA#imgrc=tVBHe0aPBJ-xOM%3A%3B8Pdj1WOqegOLiM%3Bhttp%253A%252F%252Fmiriamsalles.info%252Fwp%252Fwp-content%252Fuploads%252Fcategoriasbloom.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fmiriamsalles.info%252Fwp%252Farchives%252F5193%3B942%3B696

domingo, 17 de março de 2013

Tecnologia ou Metodologia?

Uma boa questão para pensarmos.
Nos dias que correm, muito se tem falado, sobre o papel das tecnologias na educação. Mas o que pensam os nossos professores sobre isto? Será que para além das tecnologias (computador, apresentações em PowerPoint), os professores inseriram, nas suas salas de aula, novos métodos de ensino? Será que não podiam fazer uso da sua criatividade?
Como podemos ver no vídeo não basta ter computadores nas salas de aula, as nossas crianças necessitam de mais!

Qual é o vosso ponto de vista sobre este assunto?

domingo, 3 de março de 2013

"Os quatro Cs do Mobile"


Segundo a UNESCO, hoje em dia há mais de 6 biliões de assinaturas de dispositivos móveis em todo o mundo e 1 em cada 2 indivíduos acedem à internet a partir desse. A UNESCO revela ainda que, as tecnologias móveis podem vir a ser, no futuro, uma ferramenta singular no processo de ensino-aprendizagem (E-A) representando, por isso, um grande potencial para melhorar e facilitar o acesso ao E-A.
MoLeNet (2011) define mobile learning network como sendo uma ferramenta ubíqua e de mão que, quando reúne a rede Wireless (conexão entre diferentes pontos sem a necessidade de fios) e as redes de telefonia móvel, facilitam, suportam, melhoram e ampliam o acesso ao ensino e aprendizagem.
Outros autores, nomeadamente, Sharples (2009) descrevem o processo de mobile-learning como mais uma forma de aprendizagem que ocorre através da exploração de diversos contextos entre as pessoas e as tecnologias interativas.
Para além da definição de mobile learning, doravante designada de m-learning, importa também saber um pouco mais sobre esta modalidade de ensino-aprendizagem e suas características. Clark Quinn (2012) é um autor que se tem debruçado sobre esta temática e destaca quatro aspetos fundamentais a saber relativamente ao m-learning onde denominou de “4 Cs do mobile”: Conteúdo, Captura, Comunicação e Contexto.
Conteúdo corresponde à capacidade de armazenar ou aceder ao conteúdo (documentos – texto ou gráfico – arquivos de áudio ou vídeo) através de um dispositivo móvel. Este conteúdo está disponível para os indivíduos onde e quando quiserem.
Já a Captura tem a ver com a produção individual do conteúdo e não com o acesso a ele. O indivíduo pode capturar imagens, sons e vídeos. Para além disto, o individuo pode ainda produzir imagens e textos. Este conteúdo pode ser gravado e localizado no dispositivo móvel. Importa referir ainda que estes dados podem ser partilhados.
A Comunicação é o terceiro C que Quinn (2012) apresenta. Podemos dizer que comunicamos quando partilhamos os dados e que pode acontecer tanto com outros alunos como com professores, tutores, entre outros. De referir que a comunicação pode ser síncrona ou assíncrona.
Os dispositivos móveis têm uma particularidade única, pois identificam o Contexto local, através da captura de GPS ou sinais locais. Assim sendo, podemos saber o que as pessoas estão a fazer mas não o contexto em que estão inseridos. No entanto, o contexto em que os alunos acedem pode ter influência no processo de aprendizagem. O contexto é, de facto, um aspeto importante a ter em conta.
Para concluir, podemos dizer que uma das grandes vantagens do m-learning é que pode ocorrer em qualquer local e hora.
 
Quinn, C. (2012). The mobile academy: mLearning for higher education. Disponível em: http://www.designingmlearning.com/TheMobileAcademySample.pdf
 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Criatividade e Tecnologias na Educação

Nos dias que correm as tecnologias tornaram-se ferramentas indispensáveis na vida das pessoas de forma geral. E na Educação, que posição ocupam as novas tecnologias? E será que podemos aliar os conceitos Criatividades, Tecnologias e Educação?? É isso que vamos descobrir ao longo do tempo.

 Para os interessados deixo um texto "A qualidade da criatividade como mais valia para a educação" de Vítor Martins.